domingo, 30 de maio de 2010

Tanta Escuridão

Perdi o rumo da minha voz entre tanto silêncio
E nos muros deste quarto desenho sonhos rasgados
Já não sei nem o que sou
Entre tanta escuridão me afogo em um medo a mais
Me abraçe.
Vivo pelo fio da depressão, morrendo tão lento
É que daria un sorriso, por mais uma mudança
Quero sair daqui, quero escapar outra vez
E não voltar nunca mais

(Inspirado em um filme que assisti ontem, que nem sei mais o nome haha)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A LA LUNA

Para que quieren la luna si pueden ser su propria noche?
Pero...
Que seria de una noche sin luna?
A quien quedariamos mirando
sino a las estrellas?
A quien diriamos:
"Mira, que bella se ve hoy" ?
A quien?
Quien seria la dueña de nuestros poemas cuando todo se vaya?
Tenemos algo en comun...
La luna se queda sola en medio de tantas estrellas
Así como as veces nos sentimos solos entre tanta gente

Tu eres para mi,
así como la luna es para una noche

Cuando te desprendes

Caminhava pensando que desta vez não faria tanto esforço. Esqueceria se por acaso suas lembranças fossem se apagando pouco a pouco de sua mente. Não lutaria nem por ter, nem por não ter. Ainda que aquela história tivesse dois silêncios, algo em si lhe dizia que não acabara; ainda que seu corpo renunciasse a mais mudanças. Acharia outra pessoa que a faria sorrir com a alma vazia, até que a mesma se completasse; até sentir que poderia voltar a se entregar, voltar a amar; amar sem medidas. Ele foi teu maior amor por muito tempo, mas o sempre seria eternidade invisível, intocável, inesistente. Durante aquele tempo juntos, ela imaginava como seria o fim: Lhe pediria o ultimo beijo, o ultimo abraço... Só quem mais uma vez tudo mudara, não lhe pediria isso, para não chorar e esquecer do calor daquele corpo. Não sentir falta. Não voltar a ama-lo!