sábado, 19 de junho de 2010

QUANDO OUVIR O BARULHO DA CHUVA, LEMBRE DE MIM

Apartir desse momento o mundo é só enfeite. A sombra dos teus olhos acalma minha pressa.
O caus dos meus pensamentos, a paz na solidão. A lógica do tempo, a sua voz em meus silêncios... Como a chuva cainda em tua pele, hoje preciso de você. As palavras que escrevo, vão navegando entre as estrelas do céu negro; negro como teu olhar que nas noites mais cálidas vem me falar de nós dois.

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